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Direito Digital e LGPD na Prática
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Direito Digital e LGPD na Prática


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Autor: Alan Moreira Lopes

Edição: 1ª

Ano: 2026

Paginação: 362

Acabamento: Brochura

Formato: 16 x 23

Atura: 2,00

ISBN: 9786583723246


A obra apresenta uma abordagem prática e didática do Direito Digital, destacando o descompasso entre o conhecimento técnico e jurídico e propondo sua integração. A partir de situações reais observadas na prática e na jurisprudência nacional, o autor organiza e sistematiza conteúdos complexos de forma acessível e aplicável.

O leitor encontrará temas essenciais como LGPD, blockchain, inteligência artificial, crimes digitais e contratos tecnológicos, sempre com foco na atuação prática. O livro também evidencia a necessidade de constante atualização e de conhecimento interdisciplinar, reunindo os principais aspectos que impactam diretamente a advocacia no ambiente digital.

Além disso, aborda a atuação jurídica em contextos tecnológicos modernos, trazendo exemplos e orientações que facilitam a compreensão e aplicação dos conceitos no dia a dia profissional.


Principais tópicos abordados

• Guia prático contra golpes digitais (do falso advogado ao domain slamming)
• Inteligência artificial (IA): regulação, contratos e responsabilidade civil
• Direito hacker: assessoria para hackers éticos e defesa em ataques cibernéticos
• LGPD e compliance: adequação, data mapping e DPIA
• Modelos de petições e contratos para a advocacia digital
• Análise de novas leis aplicáveis ao ambiente digital
• Direito dos videogames (video game law): riscos para menores, loot boxes e contratos da indústria
• Temas como blockchain, smart contracts e crimes digitais
• Integração entre Direito e tecnologia aplicada à prática jurídica


Sumário

AGRADECIMENTOS
NOTA À 3ª EDIÇÃO – ATUALIZADA E AMPLIADA
NOTA DO AUTOR
RESUMO
PREFÁCIO
AÇÕES JURÍDICAS PRÁTICAS EM INCIDENTES DIGITAIS
1.1. Invasão de Dispositivos Eletrônicos. Celulares, Computadores e Contas
1.2. Fraudes com Pagamentos Instantâneos. O Golpe do PIX
1.3. Ameaças e Ofensas no Ambiente Digital. E-mails, Mensagens e Redes Sociais
1.4. Criação de Perfis Falsos e Furto de Identidade Digital
1.5. Fraudes no Comércio Eletrônico
1.6. Sequestro e Fraudes com Criptoativos
1.7. Vazamento e Comercialização de Dados na Deep Web e Dark Web
1.8. Perseguição Digital (Cyberstalking). Medidas Cíveis e a Produção Antecipada de Provas

DESVENDANDO TECNOLOGIAS PARA O JURISTA ESPECIALISTA EM DIREITO DIGITAL: Entendendo a tecnologia para defender, legislar e julgar na era digital
2.1. Como funciona um computador: Entendendo a máquina que processa seus casos digitais
2.2. Como a Internet funciona: Backbone, cabos submarinos de fibra óptica e além, a internet é o palco onde contratos são firmados, crimes são cometidos e direitos são violados.
2.3. Lógica de Programação: Algoritmos para juristas, como ler códigos que definem contratos e crimes digitais
2.4. Como funciona a tecnologia Blockchain: Registros imutáveis, de criptomoedas a provas judiciais digitais
2.5. Como funcionam os Smart Contracts: Código autoexecutável na era dos contratos digitais
2.6. Como funciona a IoT (Internet of things) – Internet das Coisas: Quando objetos viram testemunhas

LEGISLAÇÃO DIGITAL BRASILEIRA
3.1. Lei nº 12.965/2014 – Marco Civil da Internet
3.2. Decreto nº 7.962/2013 – Lei do E-commerce
3.3. Lei nº 12.737/2012 – Lei Carolina Dieckmann
3.4. Lei nº 14.155/2021 – Lei de Crimes Cibernéticos
3.5. Lei nº 13.709/2018 – Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)
3.6. Lei nº 9.609/1998 – Lei do Software
3.7. Leis sobre Assinaturas Eletrônicas (MP 2.200-2/2001 e Lei 14.063/2020)
3.8. Lei nº 14.129/2021 – Lei do Governo Digital
3.9. Lei nº 14.510/2022 – Lei da Telessaúde
3.10. Lei nº 9.610/1998 – Lei de Direitos Autorais (LDA)
3.11. Lei Complementar nº 105/2001 – Lei do Sigilo Bancário
3.12. Lei Complementar nº 182/2021 – Marco Legal das Startups
3.13. Lei nº 12.527/2011 – Lei de Acesso à Informação (LAI)
3.14. Lei nº 9.279/1996 – Lei da Propriedade Industrial (LPI)
3.15. Regulamentação Eleitoral Digital (Resoluções do TSE)
3.16. Decreto nº 11.034/2022 – Novo Decreto do SAC
3.17. Regulação do Open Finance e do PIX (Normativos do Banco Central)
3.18. Lei Complementar nº 116/2003 (com alterações da LC 157/2016) – Lei do ISS sobre Serviços Digitais
3.19. Lei nº 15.211/2025 - ECA DIGITAL: A proteção integral de crianças e adolescentes na era da Internet
3.19.1. Os Pilares do ECA Digital e Suas Implicações Práticas
3.19.2. O Dever de Cuidado das Plataformas (Arts. 13 a 21)
3.19.3. A Redefinição do Poder Familiar Digital (Arts. 22 a 25)
3.20. Lei nº 15.325/2026. A Nova Lei de Profissionais Multimídia
3.21. Conclusão

IDENTIFICAÇÃO DE USUÁRIOS NA INTERNET: REGISTROS DE CONEXÃO, APLICAÇÃO E DESAFIOS TECNOLÓGICOS
4.1. Identificação de usuário na Internet: Via processual adequada para o pedido judicial
4.2. A porta lógica de conexão à Internet: Uma desconhecida fundamental para a prática do direito digital
4.2.1. O protocolo TCP/IP
4.2.2. O endereço IP: IPv4 e IPv6
4.2.3. A obrigatoriedade do fornecimento da porta lógica
4.3. A identificação do provedor responsável pela conexão da Internet na prática

PETIÇÕES CÍVEIS PARA CASOS DIGITAIS: MODELOS PRÁTICOS E FUNDAMENTAÇÃO JURÍDICA
5.1. Redes Sociais: Ação de Obrigação de Fazer (Exclusão de Conteúdo) c/c Indenização por Danos Morais com Pedido de Tutela de Urgência
5.2. Redes Sociais: Ação de Obrigação de Fazer (Reativação de Conta) c/c Indenização por Danos Morais e Lucros Cessantes (Conta Pessoal ou Comercial Hackeada)
5.3. Velocidade da Internet: Ação de Obrigação de Fazer c/c Repetição de Indébito e Indenização por Danos Morais
5.4. Redes Sociais: Ação de Obrigação de Fazer (Remoção de Conteúdo Íntimo) c/c Indenização por Danos Morais com Pedido de Tutela de Urgência
5.5. Criptomoedas: Ação de Produção Antecipada de Provas com Pedido de Tutela de Urgência (Fraude e Golpes)
5.6. Plágio na Internet : Ação de Obrigação de Fazer c/c Indenização por Danos Morais e Materiais

PRÁTICA CRIMINAL NO DIREITO DIGITAL – PROVAS, PETIÇÕES E JURISPRUDÊNCIAS ATUALIZADAS
6.1. Cadeia de custódia digital: Garantia da integridade probatória
6.2. O que o especialista em Direito Digital deve questionar?
6.2.1. O Print de WhatsApp é Prova Válida?
6.2.2. O Código Hash foi utilizado no momento da coleta da prova digital?
6.2.3. Como obter Provas em Provedores de Aplicação (Redes Sociais, E-mails, etc.)?
6.3. PETIÇÕES NO DIREITO PENAL DIGITAL
6.3.1. Habeas Corpus Preventivo com Pedido de Liminar (Atipicidade da Conduta– Art. 154-A do CP)
6.3.2. Queixa-Crime por Difamação Majorada (Art. 139 c/c Art. 141, III, do Código Penal)
6.3.3. Resposta à Acusação (Crime de Ameaça via WhatsApp – Insuficiência Probatória Digital)
6.4. CRIMES DIGITAIS NOS TRIBUNAIS BRASILEIROS
6.4.1. Inserção de dados falsos em Sistemas de Informação (Art. 313-A do CP)
6.4.2. Divulgação de Cena de Sexo ou Pornografia (Pornografia de Vingança) (Art. 218-C do CP)
6.4.3. Invasão de dispositivo informático (Art. 154-A do CP)
6.4.4. Cyberstalking – Perseguição digital (Art. 147-A do CP)
6.4.5. Atividade Clandestina de Telecomunicação (Sinal de Internet) (Art. 183 da Lei 9.472/97)
6.4.6. Divulgação de Pornografia Infantojuvenil (Art. 241-A do ECA)
6.4.7. Racismo pela Internet (Lei 7.716/89)
6.4.8. Estelionato Eletrônico / Fraude Digital (Art. 171, §§ 2º-A e 2º-B, do CP)
6.4.9. Interrupção de Serviço Telemático (Art. 266 do CP)
6.4.10. Falsificação de Documento Particular (Art. 298 do CP)

PRÁTICA NO DIREITO DIGITAL TRABALHISTA
7.1. Documentos para a prática no Direito Digital Trabalhista
7.1.1. Aditivo Contratual para Teletrabalho
7.1.2. Termo de Uso de Equipamentos e Ferramentas Digitais (Política de Uso Aceitável - AUP)
7.2. Direito Trabalhista Digital nos Tribunais Brasileiros
7.2.1. Direito à desconexão. Direito do trabalhador de usufruir do período de descanso.
7.2.2. Uso de Redes Sociais para Contraditar Testemunha
7.2.3. Monitoramento de E-mail Corporativo
7.2.4. Justa causa por uso indevido da Internet da empresa
7.2.5. Horas Extras por Acionamento via WhatsApp
7.2.6. Dano Moral à Pessoa Jurídica por Post em Rede Social
7.2.7. Controle de Jornada em Home Office por Sistema Informatizado

PRÁTICA NOS CONTRATOS DIGITAIS
8.1. Termos de Uso e Políticas de Privacidade de acordo com a LGPD
8.2. Service Level Agreement – Contrato de SLA
8.3. Contrato de desenvolvimento de software
8.4. Licenciamento de Software na prática
8.5. Tipos de licenças de software na prática
8.6. Contrato de licença de software
8.7. Diferença entre software livre e os gratuitos
8.8. Como registrar um software no INPI na prática

PRÁTICA COM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
9.1. Contrato de Licença de Uso para plataformas com Inteligência Artificial
9.2. Inteligência Artificial nos tribunais brasileiros: Primeiras Interpretações
9.2.1. A IA não tem intenção, mas a empresa tem responsabilidade.
9.2.2. A IA como objeto de Propriedade Intelectual é matéria complexa e exige cautela.
9.2.3. A existência de IA pode aumentar o dever de cuidado da empresa.
9.2.4. O uso de IA na produção jurídica é visto com ceticismo e não substitui o intelecto humano.

PRÁTICA NO E-COMMERCE
10.1. Análise jurídica prática de uma loja virtual (Checklist do Decreto do E-commerce)
10.1.1. A Identificação Obrigatória do Fornecedor (Art. 2º)
10.1.2. O Carrinho de Compras como Sumário do Contrato (Art. 4º)
10.1.3. A Vinculação da Oferta: Cumpra o que Prometeu (Art. 6º)
10.1.4. Marco Civil da Internet (Lei 12.965/14)
10.2. Petições
10.2.1. Compra em Marketplace com Produto Não Entregue - Ação de Restituição de Quantia Paga c/c Indenização por Danos Morais.
10.3. O Combate aos Dark Patterns (Padrões Sombrios) no E-commerce

PRÁTICA COM BLOCKCHAIN E SMART CONTRACTS
11.1. Blockchain
11.1.1. O que é Blockchain?
11.1.2. A validade jurídica da Prova em Blockchain
11.1.3. Usando Blockchain como Prova na prática forense
11.1.4. Jurisprudências
11.2. A Blockchain nos tribunais brasileiros
11.2.1. Transação em Blockchain, uma vez confirmada, é irreversível.
11.2.2. Pedidos de resgate de bitcoins na blockchain
11.3. Smart Contracts na prática
11.3.1. O que é um smart contract?
11.3.2. A validade jurídica dos smart contracts no Brasil
11.3.3. Aplicações práticas com smart contracts
11.3.4. Desafios e riscos jurídicos

PRÁTICA NO METAVERSO
12.1. Direito do Metaverso – Metaverse Law
12.1.1. O que é o Metaverso
12.2. O Metaverso original – Second Life na prática
12.2.1. Cláusulas destacadas dos Termos e condições do Second Life
12.2.2. Política de Privacidade do Second Life
12.2.3. A diferença entre o Second Life e outros metaversos
12.2.4. Metaversos centralizados e descentralizados
12.3. O Metaverso da Microsoft – Microsoft Mesh
12.4. O Metaverso da Nvidia – Nvidia Omniverse
12.4.1. Cláusulas destacadas da Política de Privacidade do Nvidia Omniverse
12.5. O Metaverso da Epic Games – Fortnite
12.5.1. Cláusulas destacadas da Política de Privacidade do Fortnite
12.5.2. Termos de Serviço do Fortnite
12.6. O Metaverso da META – Horizon Worlds
12.7. Jogos e Metaverso
12.7.1. The Sandbox
12.7.2. The Sandbox – Cláusulas destacadas dos Termos e Política de Privacidade
12.7.3. Decentraland
12.7.4. Decentraland – Cláusulas destacadas da Política de Privacidade
12.8. Oportunidades no Metaverso
12.8.1. Profissões criadas pelo Metaverso
12.8.2. Metaverse Cyber-Security
12.8.3. World Builder
12.8.4. Metaverse Hardware Builder
12.8.5. Metaverse Research Scientist
12.8.6. Metaverse Planner
12.9. Direito do Metaverso na prática
12.9.1. Primeiro caso de assédio no Metaverso – Horizon Worlds
12.9.2. Advocacia no Metaverso
12.9.2.1. Advocacia no Metaverso: Revisitando a decisão de 2007
12.9.3. Contratos firmados no Metaverso
12.9.4. O consumidor e o Metaverso
12.9.5. LGPD – Lei 13.709/18 e o Metaverso
12.9.6. Criptomoedas no Metaverso
12.9.7. SAND – Metaverso The Sandbox
12.9.8. MANA - Decentraland
12.9.9. NFTs (Tokens não fungíveis) e o Metaverso
12.9.10. Direito do Trabalho e o Metaverso
12.9.11. E-Commerce no Metaverso
12.9.12. Smart Contracts e o Metaverso
12.9.13. Considerações

PRÁTICA NA LGPD – LEI 13.709/18
13.1. LGPD – A teoria na prática
13.1.1. O que é a LGPD
13.1.2. Classificação de dados pessoais na LGPD
13.1.3. Direitos do titular
13.1.4. Hipóteses ou bases legais para tratamento de dados pessoais
13.1.5. Princípios para tratamento de dados pessoais na LGPD
13.1.6. DPO – DATA PROTECTION OFFICER ENCARREGADO
13.1.7. Agentes de tratamento de dados pessoais (controlador/operador)
13.1.8. Penalidades da não adequação
13.2. Metodologia prática: Passo a passo para o processo contínuo de conformidade com a LGPD
13.2.1. Compreensão do negócio
13.2.2. Coleta de informações e diagnóstico preliminar
13.2.3. Conscientização e preparação da organização
13.2.4. DPO (Encarregado) e o comitê de compliance de proteção de dados pessoais
13.2.5. Data Mapping
13.2.6. Elaboração do diagrama de fluxo de dados (data flow diagrams)
13.2.7. Gap analysis e Matriz de Risco
13.2.8. Definição das bases legais para tratamento de dados pessoais e atendimento aos princípios fundamentais
13.2.9. Consentimento
13.2.10. Teste de legítimo interesse (teste de proporcionalidade)
13.2.11. Revisão de contratos e documentos
13.2.12. Elaboração ou revisão de políticas internas
13.2.13. Garantia dos direitos dos titulares de dados pessoais e criação de um canal de comunicação
13.2.14. Privacy by design e by default
13.2.15. Registro e plano de resposta à violação de dados pessoais
13.2.16. DPIA: Relatório de impacto à proteção de dados pessoais
13.2.17. Governança
13.2.18. Implantação
13.2.19. Capacitação e produção de material educacional
13.2.20. Relatório do processo de conformidade
13.2.21. Avaliações constantes
13.3. Obrigações práticas dispostas na LGPD
13.4. Ações práticas no RH
13.4.1. Processo de seleção
13.4.2. Contratação
13.4.3. Desligamento
13.4.4. Treinamentos
13.4.5. Sanções
13.4.6. Canal de denúncias
13.5. Dicas práticas para compliance com a LGPD
13.6. Avisos sobre proteção de dados em Websites
13.7. Avisos impressos para estabelecimentos físicos
13.8. Formulário/Termo de Consentimento do Titular de Dados Pessoais
13.9. Orientações para elaboração de uma Política de Privacidade
13.10. DPIA – Como elaborar o Relatório de Impacto à Proteção de Dados Pessoais
13.11. Orientações para elaboração da Política de Cookies
13.12. PETIÇÃO INICIAL PARA EXCLUSÃO DE DADOS PESSOAIS
13.13. A 1ª decisão judicial com base na LGPD no Brasil
13.14. Outras decisões judiciais com base na LGPD
13.14.1. Justiça determina que site suspenda anúncio de venda de banco de dados cadastrais
13.14.2. Justiça do DF suspende venda de dados pessoais pela Serasa Experian
13.15. ANPD – Autoridade Nacional de Proteção de Dados
13.15.1. Canais de atendimento da ANPD
13.15.2. Petição de titular contra controlador de dados
13.15.3. Denúncia de descumprimento da LGPD
13.16. Emenda Constitucional 115/2022 – Proteção de Dados como Direito Fundamental
13.17. Resoluções da ANPD
13.18. Portarias da ANPD
13.19. Enunciados da ANPD
13.20. LGPD como condicionante para investimento milionário

DIREITO HACKER
14.1. A Advocacia para o Hacker Ético e Programas de Bug Bounty
14.2. Atuação Jurídica em Incidentes de Segurança (Ataques Cibernéticos)
14.3. Contrato para Pentest (Teste de Intrusão)

DIREITO DOS VIDEOGAMES (VIDEO GAME LAW)
15.1. Propriedade Intelectual e Contratos na Indústria de Jogos
15.2. O Jogador como Consumidor. EULA, Termos de Uso e Microtransações
15.3. Riscos Jurídicos para Menores em Plataformas de Jogos: O Caso Roblox

GOLPES DIGITAIS NA PRÁTICA. COMO IDENTIFICAR E AGIR
16.1. O Golpe do Falso Advogado
16.2. Domain Slamming (Golpe da Falsa Renovação de Domínio)
16.3. Golpe da Falsa Central de Atendimento

REFERÊNCIAS
INSTRUÇÕES PARA ACESSO AO CONTEÚDO ONLINE

 

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