
Regularização Fundiária Urbana, Rural e Direito de Laje - 2ª edição
Marca: Editora Cronus
Autor: Luiz Eduardo Da Silva
Edição: 2ª
Ano: 2026
Paginação: 388
Acabamento: Brochura
Formato: 16 x 23
Atura: 2,00
Peso: 0,589 gramas
ISBN: 9786583408167
Este livro foi elaborado com a preocupação de colocar às mãos dos operadores do direito um manual que pudesse oferecer doutrina e prática sobre questões cíveis que envolvam os direitos inerentes à propriedade imóvel urbana e rural.
O campo de estudo desta obra recai sobre uma área do Direito Civil que envolvem questões relevantes e complexas de natureza fundiária, principalmente no que se refere à luta pela posse da terra, bem como a defesa do direito de propriedade e as medidas cautelares que podem ser utilizadas em questões desta natureza.
O nosso País sempre foi o palco de acirradas disputas de terras devido as ocupações desregradas, ou mesmo negócios de transmissões realizadas a non domino, fazendo nascer conflitos das mais diversas nuances.
O Sistema de Colonização do Brasil, devido à natureza do direito trazido para cá pelos Portugueses, passou a ser na realidade de natureza sui generis, com suas peculiaridades próprias. Sempre exigiu a perspicácia e a criatividade dos juristas militantes nesta área.
O livro em tela conta com os seguintes temas: Ação Reivindicatória; Ações Fundiárias; Adjudicação Compulsória Extrajudicial; Atentado; Desapropriação de Imóveis Rurais; Despejo Rural; Direitos Reais e Pessoais; Documentação Imobiliária; Embargos de Terceiro; Interdito Proibitório; Marco Legal das Garantias; Posse; Manutenção de Posse; Reintegração de Posse; Sequestro Judicial; Usucapião Judicial e Extrajudicial.
Diante disso, apresentamos ao público em geral e a comunidade jurídica, a presente obra que possui um conteúdo objetivo e prático, com a finalidade de auxiliar os estudiosos no assunto.
DE ACORDO COM:
• Lei 15.206/2025
• Decreto 12.689/2025
• Provimento 195/2025 do CNJ
• Instrução Normativa RFB 2.275/2025
• Reforma Tributária (EC 132/23 e LC 214/25)
Sumário
CAPÍTULO 1
AÇÕES FUNDIÁRIAS E A POSSE
1.1. Considerações
1.2. A cidadania
1.3. A dignidade da pessoa humana
1.4. Os valores sociais do trabalho e da livre inciativa
1.5. Construir uma sociedade justa e livre
1.6. Garantir o desenvolvimento nacional
1.7. Erradicar a pobreza, marginalização e reduzir as desigualdades sociais
1.8. Promover o bem de todos
1.9. Conclusão
1.10. Os movimentos sociais
1.10.1. MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra)
1.10.2. Lado positivo do MST
1.10.2.1. Tranquilidade social
1.10.2.2. Exemplo de violação da tranquilidade social
CAPÍTULO 2
A POSSE
2.1. Definição da posse
2.2. Conceito de posse
2.2.1. Dados sobre Savigny e Jhering
2.3. Natureza da posse
2.4. Fundamentos da posse
2.5. Classificação da posse
2.6. Diferença entre boa-fé e má-fé
2.7. Da aquisição da posse
2.8. Dos efeitos da posse
2.9. Da perda da posse
2.10. Peculiaridades do processo possessório
2.10.1. A questão de ano e dia
2.10.2. Diferenças do objetivo de cada interdito possessório
2.10.3. Pedidos que podem ser cumulados nas possessórias
2.10.4. A metamorfose ou fungibilidade do interdito possessório
2.10.5. Querella proprietatis e a autonomia da questão possessória
2.10.6. Requisitos do art. 927 do CPC
2.10.7. A defesa da posse em condomínio
2.10.8. Exceção de domínio
CAPÍTULO 3
MANUTENÇÃO DE POSSE
3.1. Conceito
3.2. Requisitos ou pressupostos
3.3. Natureza e procedimento especial
CAPÍTULO 4
REINTEGRAÇÃO DE POSSE
4.1. Conceito
4.2. Requisitos
4.3. Natureza e procedimento especial
CAPÍTULO 5
INTERDITO PROIBITÓRIO
5.1. Conceito
5.2. Requisitos
5.3. Natureza e procedimento especial
CAPÍTULO 6
EMBARGOS DE TERCEIRO
6.1. Conceito
6.2. Pressupostos
6.3. Natureza e procedimento especial
CAPÍTULO 7
O ATENTADO
7.1. Origem
7.2. Definição
7.3. Requisitos
7.4. Procedimento
7.5. Legitimidade ad causam
7.6. A questão da liminar
CAPÍTULO 8
SEQUESTRO JUDICIAL
8.1. Histórico
8.2. Conceito
8.3. Procedimento
8.4. Pressupostos
8.5. Conclusão
CAPÍTULO 9
USUCAPIÃO
9.1. Considerações
9.2. Prescrição
9.3. Conceito de usucapião
9.3.1. Retrospecto histórico
9.3.2. Definição e características
9.4. Usucapião quanto a coisa móvel
9.5. Usucapião quanto aos imóveis
9.6. Usucapião extraordinário
9.6.1. Pressupostos
9.7. Usucapião ordinário
9.7.1. Requisitos
9.8. Usucapião ordinário com prazo reduzido
9.9. Usucapião constitucional
9.9.1. Requisitos
9.9.2. Requisitos para usucapir imóveis rústicos
9.10. Processo legal
9.11. Adjudicação compulsória extrajudicial
9.11.1. Requerimento inicial
9.11.2. Da notificação
9.11.3. Da concordância do proprietário vendedor
9.11.4. Da discordância motivada do proprietário vendedor
9.11.5. Da ausência de resposta do proprietário vendedor
9.11.5.1. Da comprovação de impossibilidade de manifestação do proprietário vendedor
9.11.6. Da qualificação e do registro
CAPÍTULO 10
DESPEJO RURAL
10.1. Conceito
10.2. Da rescisão e o procedimento
10.3. Princípios de hermenêutica
10.4. Conceito legal
10.5. Requisitos dos contratos agrários
10.6. A prova dos contratos
10.7. Direito de preferência
10.8. Da ruptura do vínculo
10.9. Prazos mínimos
10.10. Das benfeitorias
10.11. Dos direitos e obrigações das partes
10.12. Causas de extinção do contrato
10.13. Causas de despejo
10.14. Cláusulas proibidas
10.15. O preço do arrendamento
CAPÍTULO 11
DESAPROPRIAÇÃO DE IMÓVEIS RURAIS PARA FINS DE REFORMA AGRÁRIA
11.1. Conceito
11.2. Natureza
11.2.1. Fundamentos
11.3. Função social como restrição ao direito de propriedade
11.4. Óbices aos princípios constitucionais
11.5. Precedentes e as normas da desapropriação
11.6. Conceito
11.7. Competência
11.8. Procedimento
CAPÍTULO 12
AÇÃO REIVINDICATÓRIA
12.1. O patrimônio e o direito de propriedade
12.2. Direitos patrimoniais
12.3. Direitos reais e obrigações
12.4. Direito das coisas
12.5. Conceito de domínio
12.6. Elementos do domínio
12.7. Direitos de vizinhança
12.8. Modalidades de direitos de vizinhança
12.9. Direito de laje
12.10. Condomínio
12.10.1. Objeto do condomínio
12.10.2. Da extensão do condomínio
12.10.3. Das restrições do condomínio
12.10.4. Da extinção do condomínio
12.10.5. Da administração do condomínio
12.11. Propriedade resolúvel
12.12. Direito à propriedade imóvel
12.13. Ação reivindicatória
CAPÍTULO 13
DIREITO REAIS E PESSOAIS
13.1. Introdução
13.1.1. Diferenças entre direitos reais e direitos obrigacionais
13.1.2. Princípios dos direitos reais
13.1.3. Natureza jurídica
13.1.4. Classificação dos direitos reais
13.1.4.1. Direitos reais sobre coisas próprias
13.1.4.2. Direitos reais sobre coisas alheias
13.1.5. Obrigações reais
13.1.5.1. Características das obrigações propter rem
13.1.5.2. Natureza jurídica
13.1.5.3. Obrigações com eficácia real
13.2. Propriedade e sua forma de aquisição
13.2.1. Propriedade em geral
13.2.1.1. Disposições preliminares
13.2.1.2. Conceito de propriedade
13.2.1.3. Elementos constitutivos da propriedade
13.2.1.4. Desapropriação
13.2.1.5. Desapropriação judicial
13.2.1.6. Espaço aéreo
13.2.1.7. Subsolo
13.2.1.8. Propriedade de minas, energia hidráulica e monumentos arqueológicos
13.2.1.9. Características da propriedade
13.2.1.10. Frutos
13.2.1.11. Produtos
13.3. Da aquisição da propriedade imóvel
13.3.1. Do usucapião
13.3.1.1. Documentos necessários para ingresso com ação de usucapião
13.3.2. Da aquisição pelo registro do título
13.3.3. Aquisição por acessão
13.3.3.1. Das ilhas
13.3.3.2. Do aluvião
13.3.3.3. Da avulsão
13.3.3.4. Do álveo abandonado
13.4. Perda da propriedade
13.5. Novo programa Minha Casa, Minha Vida – NPMCMV (Lei 14.620/2023)
CAPÍTULO 14
DOCUMENTAÇÕES IMOBILIÁRIAS
14.1. Da relevância do assunto
14.2. O negócio jurídico e a sua validade
14.3. Da capacidade das pessoas
14.3.1. Dos absolutamente capazes
14.3.2. Dos relativamente incapazes
14.3.3. Dos absolutamente incapazes
14.3.4. Outros aspectos da análise
14.4. Da forma do ato jurídico
14.5. Pesquisas finais
14.6. Da legitimidade da aquisição
14.7. Providências finais
14.8. A fase do negócio perante o tabelionato
14.9. Dos atos notariais
14.9.1. O tabelião
14.9.2. O serventuário
14.9.3. A fé pública
14.9.4. Outras terminologias notariais
CAPÍTULO 15
MARCO LEGAL DAS GARANTIAS
15.1. Considerações gerais
15.2. Celeridade nos processos
15.3. Novidades implementadas pela lei
15.3.1. Alienação fiduciária de bens imóvel
15.3.2. Agente de garantias e a hipoteca
15.3.3. Negócios registráveis
15.3.4. Loteamentos
15.3.5. Concurso de credores
15.3.6. Cartório de notas
15.3.7. Precatórios e créditos judiciais
15.3.8. Alienação fiduciária de bem móvel
CAPÍTULO 16
REFORMA TRIBUTÁRIA (EC Nº 132/2023 E LC Nº 214/2025)
16.1. Regularização fundiária no ordenamento jurídico brasileiro
16.1.1. Conceito e fundamentos constitucionais
16.1.2. A função social da propriedade e a tributação imobiliária
16.2. A Reforma Tributária: EC nº 132/2023
16.2.1. Estrutura e objetivos da Emenda Constitucional nº 132/2023
16.2.2. Princípios tributários reforçados pela reforma
16.3. Lei Complementar 214/2025 e a tributação das operações imobiliárias
16.3.1. A Incidência do IBS e da CBS sobre bens imóveis
16.3.2. Tratamento tributário da regularização fundiária
16.4. Lei Complementar 214/2025 e a tributação na regularização fundiária: impactos jurídicos, sociais e fiscais
16.4.1. Regularização fundiária no direito brasileiro (conceito e finalidade)
16.4.2. Lei 13.465/2017 e as modalidades de REURB
16.5. Tributação imobiliária e regularização fundiária antes da LC nº 214/2025
16.6. A Lei Complementar nº 214/2025 e a nova tributação sobre o consumo
16.6.1. Estrutura da Lei Complementar nº 214/2025
16.6.2. Incidência do IBS e da CBS em operações imobiliárias
16.7. A Lei Complementar nº 214/2025 no âmbito da regularização fundiária
16.7.1. Tratamento tributário diferenciado na REURB-S
16.7.2. Regularização fundiária como política de ampliação da base tributária
16.7.3. Reflexos no registro imobiliário
16.8. Princípios constitucionais e a tributação na regularização fundiária
16.9. Desafios de implementação da LC 214/2025 na regularização fundiária
16.10. Impactos da reforma tributária na regularização fundiária
16.10.1. Redução de custos e incentivo à formalização
16.10.2. Efeitos sobre o registro imobiliário e a arrecadação municipal
16.10.3. Regularização fundiária e justiça fiscal
16.11. Críticas e desafios de implementação
16.12. Considerações finais
CAPÍTULO 17
RECENTES ALTERAÇÕES NA REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA
17.1. Lei 15.206/2025 e a regularização fundiária de imóveis rurais na faixa de fronteira: segurança jurídica, georreferenciamento e dinâmica registral no ordenamento jurídico brasileiro
17.1.1. Contexto histórico e legal da regularização fundiária no Brasil
17.1.1.1. Conceito e importância
17.1.1.2. Legislação aplicável
17.1.2. A faixa de fronteira: conceito e relevância jurídica
17.1.2.1. Delimitação e definição
17.1.2.2. Exigências de georreferenciamento e cadastro
17.1.3. A Lei nº 15.206/2025: estrutura e conteúdo normativo
17.1.3.1. Texto legal e mudanças promovidas
17.1.3.2. Objetivos declarados
17.1.4. Impactos jurídicos da Lei nº 15.206/2025 na regularização fundiária
17.1.4.1. Segurança jurídica e estabilidade registral
17.1.4.2. Integração com o cadastro territorial e o registro imobiliário
17.1.4.3. Acesso a políticas públicas
17.1.5. Desafios e críticas na implementação
17.1.5.1. Capacitação técnica e burocracia
17.1.5.2. Coerência normativa e segurança jurídica
17.1.6. Considerações finais
17.2. O Decreto nº 12.689, de 21 de outubro de 2025, e a reorganização do regime jurídico do georreferenciamento de imóveis rurais
17.2.1. Fundamentos legais do georreferenciamento de imóveis rurais
17.2.2. Regime jurídico anterior e suas limitações
17.2.3. As inovações introduzidas pelo Decreto nº 12.689/2025
17.2.4. Consequências jurídicas e reflexos no sistema registral
17.2.5. Considerações finais
17.3. Instrução Normativa RFB nº 2.275/2025 e seus impactos tributários na regularização fundiária no Brasil
17.3.1. Da regularização fundiária e cadastro fiscal no ordenamento jurídico brasileiro
17.3.1.1. Conceito e fundamentos da regularização fundiária
17.3.1.2. O papel do cadastro fiscal na regularização fundiária
17.3.2. A Receita Federal do Brasil e o cadastro de imóveis rurais
17.3.2.1. O Cadastro de Imóveis Rurais (CAFIR) e o NIRF
17.3.2.2. Problemas históricos do cadastro rural
17.3.3. A Instrução Normativa RFB nº 2.275/2025
17.3.3.1. Natureza jurídica e objetivos
17.3.3.2. Principais inovações da IN RFB 2.275/2025
17.3.4. A IN RFB 2.275/2025 no âmbito da regularização fundiária
17.3.4.1. Atualização cadastral decorrente da regularização fundiária
17.3.4.2. Regularização fundiária e incidência do ITR
17.3.4.3. Da integração entre cadastro fiscal, registro imobiliário e georreferenciamento
17.3.5. Princípios constitucionais e tributários aplicáveis
17.3.6. Desafios práticos e críticas
17.3.7. Considerações finais
17.4. O Provimento CN-CNJ nº 195, de 3 de junho de 2025 (instrumento de modernização dos registros de imóveis e fortalecimento da segurança jurídica fundiária no Brasil)
17.4.1. Contexto histórico e problemas estruturais do registro de imóveis no Brasil
17.4.2. Quadro normativo anterior ao Provimento CN-CNJ nº 195/2025
17.4.3. Análise jurídica do Provimento 195/2025
17.4.3.1. Natureza e finalidade
17.4.3.2. Instrumentos criados: IERI-E e SIG-RI
17.4.4. Inovações introduzidas pelo IERI-E e SIG-RI
17.4.4.1. Padronização da coleta de dados
17.4.4.2. Do controle geoespacial e combate à grilagem
17.4.4.3. Apoio às políticas públicas territoriais
17.4.5. Impactos no combate à grilagem e à fragmentação cadastral
17.4.6. Provimento 195/2025 e a segurança jurídica fundiária
17.4.7. Desafios de implementação e perspectivas futuras
17.4.8. Considerações finais






