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Inteligência Artificial na Advocacia - Ferramentas, Automações, Limites Éticos e Aplicações Práticas
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Inteligência Artificial na Advocacia - Ferramentas, Automações, Limites Éticos e Aplicações Práticas

Marca: Editora Memória Forense


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Autor: Júlio Macedo

Edição: 1ª

Ano: 2026

Paginação: 210

Acabamento: Brochura

Formato: 16 x 23

Atura: 2,00


O objetivo deste material é preparar o advogado para atuar em um cenário cada vez mais influenciado pela inteligência artificial, com conhecimento sobre suas aplicações, limites e cuidados necessários.

A inteligência artificial já chegou à advocacia brasileira — e o advogado que ainda trata o tema como curiosidade tecnológica está, silenciosamente, perdendo terreno. Não se trata de modismo. Trata-se de uma reconfiguração real da forma como escritórios pesquisam, redigem, gerenciam processos e se relacionam com clientes. A questão, para quem leva a profissão a sério, não é mais se deve usar IA — é como fazê-lo com segurança, responsabilidade e resultado concreto.

Inteligência Artificial na Advocacia foi escrito para esse profissional. Em vinte capítulos fundamentados em doutrina, legislação vigente e análise crítica das ferramentas disponíveis no mercado brasileiro, a obra oferece o que escasseia nesse debate: precisão. Cada ferramenta descrita está em operação comercial. Cada orientação deontológica está ancorada no ordenamento vigente. Cada limite ético está identificado antes que o leitor precise descobri-lo por conta própria — e pelo caminho errado.

O resultado é uma obra que funciona tanto como referência de consulta quanto como roteiro de implementação. Para o advogado que quer compreender o fenômeno com profundidade e, ao mesmo tempo, saber o que fazer na segunda-feira de manhã.


A obra contempla, entre outros:

  • Análise comparativa dos principais modelos de linguagem — ChatGPT, Claude, Gemini, DeepSeek e Copilot — com foco em privacidade de dados e adequação ao sigilo profissional
  • Engenharia de prompts jurídicos: como formular instruções eficazes para cada tipo de peça, pesquisa e análise
  • Pesquisa jurisprudencial com IA: JusBrasil, DataJud, Perplexity e ferramentas de busca semântica aplicadas ao direito brasileiro
  • Revisão e análise de contratos com IA: do Loio ao Luminance, com fluxo completo de due diligence
  • Automação de fluxos de trabalho com Zapier, Make e n8n — cinco fluxos prontos para implementação imediata
  • Jurimetria e análise preditiva: como usar dados processuais do CNJ para subsidiar estratégia e negociação de acordos
  • Regime ético e legal completo: Estatuto da OAB, LGPD, Provimento 205/2021 do CFOAB, PL 2338/2023 e AI Act europeu
  • Responsabilidade civil do advogado por erros gerados por IA: análise do art. 32 do Estatuto e primeiros precedentes nacionais
  • Transcrição de audiências e geração automática de atas com Otter.ai, Fireflies e Whisper
  • Atendimento digital a clientes com WhatsApp Business API e Typebot — dentro dos limites do Código de Ética
  • Stack tecnológica por porte de escritório: configurações para advogado solo, escritório pequeno e estrutura média, com estimativas de custo
  • Plano de implementação em 30, 60 e 90 dias — do diagnóstico à operação em modo aumentado por IA

O advogado que conclui esta leitura não sai com promessas — sai com critério. Sabe distinguir o que funciona do que é marketing, o que é permitido do que é risco disciplinar, o que vale o investimento do que pode esperar. Em um mercado onde a pressão por produtividade cresce e os erros custam caro, esse tipo de conhecimento não é opcional. É o que separa a prática bem conduzida da prática exposta.


Principais temas abordados

Entre os principais temas, destacam-se:

Ferramentas e plataformas A obra analisa comparativamente os principais modelos de linguagem disponíveis para uso jurídico — ChatGPT, Claude, Gemini, DeepSeek e Copilot —, com atenção especial às políticas de privacidade de dados, aspecto crítico para o advogado que opera sob sigilo profissional. O leitor encontrará orientação prática sobre qual ferramenta usar para cada tipo de tarefa, com análise honesta de custos, limitações e riscos de cada opção.

Engenharia de prompts jurídicos Um dos capítulos mais imediatamente aplicáveis da obra ensina como formular instruções eficazes para modelos de linguagem — técnica que determina, em grande medida, a qualidade dos resultados obtidos. A biblioteca de prompts comentados disponibilizada no apêndice permite ao leitor começar a aplicar o conhecimento no mesmo dia da leitura.

Regime ético e legal Nesta obra, a análise jurídica tem o mesmo peso que a análise tecnológica. O leitor encontrará exame detalhado do Estatuto da OAB, do Código de Ética, do Provimento nº 205/2021 do CFOAB, da LGPD e do PL 2338/2023 — Marco Regulatório da IA no Brasil, aprovado pelo Senado em dezembro de 2024 e em tramitação na Câmara dos Deputados. A obra também examina o AI Act europeu em perspectiva comparativa, com implicações para escritórios com clientela internacional.

Automação de fluxos de trabalho A obra contempla fluxos completos de automação — monitoramento de Diário Oficial, triagem de documentos, geração de atas, onboarding de clientes e faturamento — com configuração detalhada para as plataformas Zapier, Make e n8n. São fluxos que qualquer escritório pode implementar, independentemente do porte.

Jurimetria e análise preditiva Nesse contexto de crescente disponibilidade de dados processuais, o capítulo sobre jurimetria examina como o acesso ao DataJud e a ferramentas de análise preditiva pode subsidiar decisões estratégicas — da escolha do foro à negociação de acordos —, sem perder de vista os limites éticos e epistêmicos do uso preditivo na advocacia.

Stack tecnológica por porte de escritório Com isso, o advogado solo, o sócio de escritório pequeno e o gestor de estrutura maior encontrarão, cada um, uma configuração de ferramentas dimensionada para sua realidade — com estimativas de custo, critérios de escolha e plano de implementação em 90 dias.


INTRODUÇÃO

0.1 O cenário de transformação digital na advocacia brasileira

0.2 Objetivos deste livro

0.3 Público-alvo e estrutura geral

0.4 Limitações de escopo e nota sobre atualização das ferramentas

CAPÍTULO 1 — O IMPACTO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NO DIREITO

1.1 A ascensão da IA e o reordenamento da prática jurídica

1.2 Como a IA está transformando o trabalho dos advogados

1.3 O papel do advogado na era da automação: continuidades e rupturas

1.4 O cenário brasileiro: LegalTechs, Judiciário digital e adoção em escritórios

CAPÍTULO 2 — FUNDAMENTOS TÉCNICOS DA IA: O QUE TODO ADVOGADO PRECISA SABER

2.1 Machine learning, deep learning e grandes modelos de linguagem

2.2 Como os LLMs funcionam: treinamento, tokens, contexto e geração de texto

2.3 O que a IA faz bem e o que não faz: capacidades reais versus percepção distorcida

2.4 Alucinações: causas, identificação e mitigação no uso jurídico

2.5 IA fraca e IA geral: onde estamos e o que é relevante para o advogado hoje

CAPÍTULO 3 — CHATGPT, CLAUDE, GEMINI, DEEPSEEK E COPILOT: ANÁLISE COMPARATIVA

3.1 Arquitetura e diferenças técnicas com relevância para o uso jurídico

3.2 ChatGPT (OpenAI): capacidades, planos, GPTs personalizados e política de privacidade

3.3 Claude (Anthropic): janela de contexto longa e governança de dados

3.4 Gemini (Google): integração com Google Workspace e acesso a informações atualizadas

3.5 DeepSeek: origem, desempenho e implicações de segurança de dados

3.6 Microsoft Copilot: integração com o ecossistema Office

3.7 Critérios de escolha: privacidade, custo, integração e adequação à tarefa

CAPÍTULO 4 — ENGENHARIA DE PROMPTS APLICADA AO DIREITO

4.1 O que é um prompt e por que sua qualidade determina o resultado jurídico

4.2 Estrutura de um prompt jurídico eficaz

4.3 Role prompting: instruir o modelo a atuar como especialista

4.4 Chain-of-thought: como induzir raciocínio jurídico estruturado

4.5 Few-shot prompting: calibração com peças do próprio escritório

4.6 Técnicas avançadas: prompts aninhados, decomposição, verificação cruzada

4.7 Erros mais comuns na formulação de prompts jurídicos

4.8 Construindo uma biblioteca de prompts institucional

CAPÍTULO 5 — PESQUISA JURÍDICA COM IA

5.1 A pesquisa semântica e sua diferença em relação à busca por palavras-chave

5.2 JusBrasil com IA: estado atual e limitações

5.3 LexML e dados abertos do Governo Federal

5.4 DataJud (CNJ): acesso a dados processuais em massa

5.5 Perplexity AI e Elicit: pesquisa com citação de fontes

5.6 Harvey AI e CoCounsel (Thomson Reuters): viabilidade no Brasil

5.7 Construindo uma base de conhecimento jurídico pessoal

5.8 Monitoramento automatizado de jurisprudência e publicações

5.9 A verificação como etapa obrigatória

CAPÍTULO 6 — REDAÇÃO JURÍDICA ASSISTIDA POR IA

6.1 O fluxo de trabalho de redação com IA: da instrução à revisão final

6.2 Petição inicial: uso da IA em cada etapa

6.3 Contestação e reconvenção: análise da peça adversária e construção da resposta

6.4 Recursos: agravo, apelação, recurso especial e extraordinário

6.5 Habeas corpus e mandado de segurança

6.6 Pareceres jurídicos

6.7 Modelos reutilizáveis: GPTs personalizados e projetos institucionais no Claude

6.8 Responsabilidade civil do advogado por erros gerados por IA

CAPÍTULO 7 — REVISÃO E ANÁLISE DE CONTRATOS COM IA

7.1 O problema da análise de contratos extensos

7.2 Como a IA processa contratos: embeddings, chunking e análise semântica

7.3 Loio: a plataforma brasileira de revisão de contratos com IA

7.4 Luminance e Kira Systems: due diligence em grande volume

7.5 Adobe Acrobat AI e LLMs generalistas para revisão pontual

7.6 Identificação automática de cláusulas problemáticas

7.7 Due diligence societária assistida por IA em operações de M&A

7.8 O fluxo completo: recebimento, análise, relatório e assinatura digital

CAPÍTULO 8 — AUTOMAÇÃO DE CONTRATOS

8.1 Automação de contratos: o viável no mercado brasileiro em 2026

8.2 Templates parametrizados com variáveis dinâmicas

8.3 Plataformas de CLM: Ironclad, Juro e ContractPodAi

8.4 Assinatura digital no Brasil: DocuSign, ClickSign e D4Sign

8.5 Validade jurídica da assinatura eletrônica: MP 2.200-2/2001 e Lei 14.063/2020

8.6 O fluxo automatizado completo: formulário, minuta, aprovação e assinatura

CAPÍTULO 9 — AUTOMAÇÃO DE PROCESSOS JURÍDICOS: ZAPIER, MAKE E N8N

9.1 Ferramentas de automação de fluxos: quando seu uso se justifica

9.2 Zapier: automações sem código

9.3 Make (Integromat): automações complexas com interface visual

9.4 n8n: a alternativa open source com hospedagem própria

9.5 Fluxos concretos: monitoramento, triagem, atas e faturamento

9.6 Integração entre IA, sistemas de gestão e comunicação com o cliente

9.7 Custo de implementação e maturidade tecnológica por porte de escritório

CAPÍTULO 10 — GESTÃO DE ESCRITÓRIO COM IA

10.1 O escritório de advocacia como organização

10.2 Sistemas com IA embarcada: Astrea, Advbox, Projuris e Themis

10.3 Gestão de prazos com IA e integração com PJe, eProc e Projudi

10.4 Onboarding digital de clientes

10.5 Timesheet inteligente e análise de rentabilidade

10.6 Business intelligence jurídico

CAPÍTULO 11 — TRANSCRIÇÃO DE AUDIÊNCIAS E REUNIÕES COM IA

11.1 O problema da documentação de audiências

11.2 Otter.ai, Fireflies.ai e tl;dv

11.3 Whisper (OpenAI): transcrição local e gratuita

11.4 Geração automática de atas e extração de compromissos

11.5 Consentimento, sigilo profissional e LGPD

CAPÍTULO 12 — ATENDIMENTO E RELACIONAMENTO COM CLIENTES VIA IA

12.1 As expectativas do cliente digital

12.2 WhatsApp Business API com IA

12.3 Typebot e ManyChat: fluxos de atendimento sem código

12.4 Qualificação automatizada de consultas

12.5 Os limites éticos do atendimento automatizado

12.6 O paradoxo da tecnologia no relacionamento jurídico

CAPÍTULO 13 — JURIMETRIA E ANÁLISE PREDITIVA NA ADVOCACIA

13.1 O que é jurimetria e como a IA a democratizou

13.2 DataJud (CNJ) e o acesso a dados processuais em escala

13.3 Taxa de sucesso por juiz, câmara e tribunal

13.4 Ferramentas de jurimetria no mercado brasileiro

13.5 Dados preditivos na negociação de acordos

13.6 Limites éticos e epistêmicos do uso preditivo

CAPÍTULO 14 — IA EM COMPLIANCE, DUE DILIGENCE E DIREITO EMPRESARIAL

14.1 Due diligence assistida por IA em operações societárias e M&A

14.2 Compliance trabalhista e tributário com IA

14.3 KYC com IA e prevenção à lavagem de dinheiro

14.4 LGPD como objeto de compliance assistido por IA

14.5 IA em departamentos jurídicos internos (in-house)

CAPÍTULO 15 — RESOLUÇÃO ALTERNATIVA DE DISPUTAS E IA

15.1 Mediação e conciliação assistidas por IA

15.2 Análise de precedentes para propostas de acordo

15.3 Online Dispute Resolution (ODR) e iniciativas do CNJ

15.4 IA como suporte ao árbitro

15.5 Câmaras de arbitragem brasileiras e adoção de IA

CAPÍTULO 16 — ASPECTOS ÉTICOS E LEGAIS DO USO DE IA NA ADVOCACIA

16.1 Sigilo profissional e dados do cliente em ferramentas na nuvem

16.2 LGPD aplicada ao escritório: bases legais e DPA

16.3 O que acontece com os dados inseridos em ChatGPT, Claude e Gemini

16.4 Modos enterprise e configurações de privacidade

16.5 Responsabilidade civil por erros gerados por IA

16.6 PL 2338/2023 — Marco Regulatório da IA no Brasil

16.7 AI Act europeu: comparativo com o projeto brasileiro

16.8 Recomendação CFOAB nº 001/2024 e Provimentos sobre uso de IA

CAPÍTULO 17 — MARKETING JURÍDICO COM IA: LIMITES E POSSIBILIDADES

17.1 O Provimento nº 205/2021 do CFOAB

17.2 Produção de conteúdo com IA dentro das normas da OAB

17.3 SEO jurídico com IA

17.4 LinkedIn, YouTube e redes sociais na advocacia

17.5 Captação de consultas via conteúdo: o funil ético

CAPÍTULO 18 — PRECIFICAÇÃO, HONORÁRIOS E INTELIGÊNCIA DE NEGÓCIOS COM IA

18.1 A precificação como problema de dados

18.2 Timesheet inteligente e análise de rentabilidade

18.3 Modelos de honorários: hora, projeto, assinatura

18.4 Business intelligence jurídico: o que medir e como decidir

CAPÍTULO 19 — O FUTURO DA IA NA ADVOCACIA

19.1 IA agêntica: o que muda nos próximos dois anos

19.2 Smart contracts e blockchain: aplicações jurídicas no Brasil

19.3 O programa Sinapses do CNJ e a automação de decisões

19.4 O perfil do advogado de 2030

19.5 Riscos sistêmicos: viés, concentração de mercado e acesso desigual

CAPÍTULO 20 — IMPLEMENTAÇÃO DA IA NO ESCRITÓRIO

20.1 Diagnóstico inicial: mapear gargalos de tempo

20.2 Critérios de escolha de ferramentas

20.3 A stack tecnológica por porte de escritório

20.4 Plano de implementação em 30, 60 e 90 dias

20.5 Gestão de mudança

20.6 Como medir resultados

20.7 Onde se manter atualizado

APÊNDICES

Apêndice A — Glossário de termos de IA para advogados

Apêndice B — Biblioteca de prompts jurídicos comentados

Apêndice C — Panorama das principais ferramentas de IA para advocacia

Apêndice D — Checklist de conformidade LGPD e Ética OAB

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